Em maio deste ano o programa Manhã Maior, da Redetv, exibiu uma reportagem sobre a poluição do rio Tietê no município de Pirapora do Bom Jesus.
Este blog tem como objetivo destacar os principais acontecimentos políticos, econômicos e sociais do Brasil e do mundo, proporcionando um entendimento mais consistente dos conteúdos aprendidos em sala de aula através de reportagens audiovisuais. Tudo isso para possibilitar um aprendizado mais dinâmico e atual. Espero que gostem! Grande abraço!
domingo, 23 de setembro de 2012
Poluição do rio Tietê
sábado, 22 de setembro de 2012
Tensão entre Japão e China
Sobre a tensão entre Japão e China pela disputa de algumas ilhas no oceano Pacífico, veja o vídeo do jornal da Band abaixo e depois leia a reportagem.
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Ewerthon Tobace
De Tóquio para a BBC Brasil
Atualizado em 18 de setembro, 2012 - 08:56 (Brasília) 11:56
GMT
A crescente tensão entre China e Japão, por causa da disputa pelas ilhas
de Senkaku ou Diaoyu, como são conhecidas na China, entrou nesta terça-feira no
sétimo dia consecutivo de protestos, com milhares de manifestantes nas ruas de
mais de cem cidades chinesas.
Multidões lembraram também o aniversário da ocupação japonesa no
nordeste do país em 1931.
Notícias relacionadas
Policiais armados garantiram a segurança na região próxima ao
Consulado-Geral do Japão em Xangai, onde cerca de 7 mil chineses se
concentraram.
Eles atiraram garrafas de plástico e outros objetos contra o prédio,
enquanto entoavam palavras de ordem como "Fim ao imperialismo
japonês", "Boicote aos produtos japoneses" e "Destrua o
Japão e recupere Okinawa".
Os manifestantes também gritavam para "nunca se esquecer da
humilhação nacional. Nunca se esquecer do dia 18 de setembro", uma
referência ao que ficou conhecido como "incidente de Mukden".
No dia 18 de setembro de 1931, soldados japoneses explodiram uma
ferrovia na Manchúria, no nordeste da China, e culparam dissidentes chineses.
Mais tarde, foi revelado que na verdade o incidente foi um pretexto para a
invasão da região.
Nacionalização
O surto de sentimento antinipônico na China é o maior das últimas
décadas e começou na semana passada, quando o governo japonês nacionalizou as
ilhas de Senkaku, disputadas pelos chineses, japoneses e também taiwaneses.
Entenda a
disputa
·
O arquipélago
disputado é formado por cinco ilhas e três recifes.
·
Japão, China e
Taiwan brigam pela posse delas há mais de duas décadas; elas são controladas
atualmente pelo Japão e fazem parte da província de Okinawa.
·
O governo
japonês assinou um acordo no começo deste mês para comprar três das ilhas do
empresário japonês Kunioki Kurihara, que as “alugava” para o estado.
·
As ilhas foram o
foco de uma intensa briga diplomática entre Japão e China em 2010.
·
A região contém
reservas de gás potencialmente enormes.
Elas pertenciam a investidores privados do Japão, e a medida foi tomada
para evitar que o governador nacionalista de Tóquio, Shintaro Ishihara,
comprasse o arquipélago e construísse instalações no local, o que irritaria
ainda mais o governo chinês.
Desde então, postos diplomáticos e empresas japonesas instaladas na China
viraram alvo dos manifestantes.
A Mitsubishi Motors anunciou nesta terça-feira que suspendeu as
operações em uma de suas fábricas na China. Já a Yamaha Motor também paralisou
quatro fábricas, enquanto a Honda ficará dois dias sem produzir.
A agência de notícias Kyodo informou que a fabricante de carros Toyota
também planeja suspender operações em algumas plantas.
Além de indústrias, redes de restaurantes, supermercado e shopping
centers, como a Aeon e Seven & I Holdings, decidiram fechar as portas,
depois de algumas unidades terem sido seriamente danificadas por manifestantes.
A imprensa estatal chinesa alertou para riscos às relações comerciais
entre as duas maiores economias asiáticas. Os dois países registraram um
comércio bilateral de US$ 345 bilhões no ano passado.
Hong Lei, porta-voz da chancelaria chinesa, disse que o governo vai
garantir proteção às empresas japonesas. Ele também lembrou que os
manifestantes precisam respeitar as leis.
Medo
Japoneses que moram na China também começaram a voltar para o Japão, com
medo de uma escalada na violência, segundo o noticiário local.
Empresas que mantêm funcionários no país pediram para que evitem sair
sozinhos às ruas e usar o idioma japonês.
Por enquanto, apenas a fabricante de maquinários Hitachi ordenou a volta
de 25 funcionários ao arquipélago.
O canal de TV Asahi entrevistou japoneses que moram em Xangai. Com medo,
crianças deixaram de ir à escola e famílias permanecem trancadas em casa o dia
todo.
Por causa do aumento das tensões na região, o secretário de defesa
norte-americano Leon Panetta desembarcou hoje em Pequim para conversar com
líderes chineses.
Ele não mencionou a disputa, mas pediu um contato militar mais próximo
entre os Estados Unidos e a China.
"Nosso objetivo é fazer com que os Estados Unidos e a China
estabeleçam a relação bilateral mais importante no mundo, e a chave para isso é
uma relação militar forte", disse Panetta.
O secretário norte-americano esteve em Tóquio na segunda-feira, onde
alertou sobre uma escalada do conflito e pediu calma a ambos os lados.
"É extremamente importante que ambas as partes usem os meios
diplomáticos para uma resolução construtiva", falou.
Disputa
As ilhas, localizadas no extremo sul do Japão, são motivo de discórdia
entre China e Japão há muito tempo. As últimas ações redobraram a tensão, e a
imprensa japonesa tem falado até em conflito naval.
No último mês, ativistas dos dois países se envolveram em ações na
região das ilhas vistas como "provocação".
Na manhã de terça-feira, dois japoneses desembarcaram nas ilhas, então
desabitadas. Antes, uma frota com cerca de mil barcos pesqueiros chineses se
dirigiu rumo ao arquipélago.
No entanto, analistas dizem que os danos causados pela ação do governo
japonês foram bem menores se comparados à possível compra pelo governador de
Tóquio.
De qualquer forma, com a proximidade das eleições no arquipélago, o
governo japonês não deverá voltar atrás na sua decisão.
domingo, 16 de setembro de 2012
Moradias precárias
O programa A Liga, da TV Bandeirantes, exibiu uma matéria em junho deste ano sobre as moradias precárias no Brasil. Acompanhe a reportagem abaixo:
Especulação imobiliária
Qualquer obra que seja feita em uma determinada área da cidade acarreta elevação nos preços dos imóveis. Veja dois exemplos nas reportagens abaixo envolvendo o bairro de Itaquera em São Paulo, e a Rocinha no Rio de Janeiro.
Rio + 20
Rio+20 foi um 'sucesso', diz secretário-geral da ONU
Ban Ki-Moon afirmou que acordo foi 'vitória para o
multilateralismo'.
Documento da conferência foi criticado por ONGs e delegações.
Documento da conferência foi criticado por ONGs e delegações.
Do G1, em São Paulo
28/06/2012
20h53 - Atualizado em 28/06/2012 20h53
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse nesta
quinta-feira (28) que a Rio+20, conferência sobre desenvolvimento sustentável
que acabou na última semana, foi um “sucesso”, segundo informações do site da
organização.
“Permita-me ser claro. A Rio+20 foi um sucesso”,
disse o secretário-geral. “No Rio, vimos a evolução de um movimento global
inegável pela mudança”.
Ban Ki-Moon afirmou que o documento resultante da
conferência, intitulado “O futuro que queremos”, é “uma importante vitória para
o multilateralismo, após meses de difíceis negociações. Ele destacou ainda
os mais de 700 compromissos voluntários assumidos por governos, empresas e
sociedade civil durante a conferência que, segundo ele, deixa um legado
concreto e duradouro”.
O propósito da Rio+20 era formular um plano para
que a humanidade se desenvolvesse de modo a garantir vida digna a todas as
pessoas, administrando os recursos naturais para que as gerações futuras não
fossem prejudicadas.
Uma das expectativas era de que a reunião
conseguisse determinar metas de desenvolvimento sustentável em diferentes
áreas, mas isso não foi atingido. O documento apenas cita que eles devem ser
criados para adoção a partir de 2015.
Trecho criticado
Em relação ao rascunho aprovado pelos diplomatas, o documento adotado em definitivo pelos líderes participantes da conferência, na sexta-feira (22), teve apenas mudanças de formatação, não de conteúdo. Foi mantido, inclusive, o trecho "com total participação da sociedade civil", que ONGs haviam pedido para ser retirado porque consideram que foram excluídas do processo de construção do documento.
Em relação ao rascunho aprovado pelos diplomatas, o documento adotado em definitivo pelos líderes participantes da conferência, na sexta-feira (22), teve apenas mudanças de formatação, não de conteúdo. Foi mantido, inclusive, o trecho "com total participação da sociedade civil", que ONGs haviam pedido para ser retirado porque consideram que foram excluídas do processo de construção do documento.
O documento prevê, entre outras medidas, a criação
de um fórum político de alto nível para o desenvolvimento sustentável dentro
das Nações Unidas, além de reafirmar um dos Princípios do Rio, criado em 1992,
sobre as “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”.
Este princípio significa que os países ricos devem
investir mais no desenvolvimento sustentável por terem degradado mais o meio
ambiente durante séculos.
Outra medida aprovada é o fortalecimento do
Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente (Pnuma) e o estabelecimento de
um mecanismo jurídico dentro da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do
Mar (Unclos, na sigla em inglês) que estabelece regras para conservação e uso
sustentável dos oceanos.
Pobreza
O texto estabelece a erradicação da pobreza como o maior desafio global do planeta e recomenda que “o Sistema da ONU, em cooperação com doadores relevantes e organizações internacionais”, facilite a transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento.
O texto estabelece a erradicação da pobreza como o maior desafio global do planeta e recomenda que “o Sistema da ONU, em cooperação com doadores relevantes e organizações internacionais”, facilite a transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento.
Esse sistema atuaria para facilitar o encontro
entre países interessados e potenciais parceiros, ceder ferramentas para a aplicação
de políticas de desenvolvimento sustentável, fornecer bons exemplos de
políticas nessas áreas e informar sobre metodologias para avaliar essas
políticas.
Por atender restrições de países com visões muito
diferentes, o texto da Rio+20 tem sido criticado por avançar pouco: não
especifica quais são os objetivos de desenvolvimento sustentável que o
mundo deve perseguir, nem quanto deve ser investido para alcançá-los, e
muito menos quem coloca a mão no bolso para financiar ações de sustentabilidade.
O que o documento propõe são planos para que esses objetivos sejam definidos
num futuro próximo (veja abaixo um quadro com o que foi negociado).
Críticas
O texto da Rio+20 recebeu críticas das próprias delegações que participaram da conferência e de organizações não-governamentais. Os negociadores da União Europeia classificaram a redação de “pouco ambiciosa” e disseram que faltam “ações concretas” de implementação das ações voltadas ao desenvolvimento sustentável.
O texto da Rio+20 recebeu críticas das próprias delegações que participaram da conferência e de organizações não-governamentais. Os negociadores da União Europeia classificaram a redação de “pouco ambiciosa” e disseram que faltam “ações concretas” de implementação das ações voltadas ao desenvolvimento sustentável.
Por sua vez, antes mesmo da ratificação pelos chefes
de Estado, integrantes da sociedade civil assinaram uma carta endereçada aos
governantes intitulada “A Rio+20 que não queremos”, na qual classificam o texto
da conferência de “fraco”.
“O documento intitulado 'O futuro que queremos' é
fraco e está muito aquém do espírito e dos avanços conquistados nestes últimos
20 anos, desde a Rio 92. Está muito aquém, ainda, da importância e da urgência
dos temas abordados, pois simplesmente lançar uma frágil e genérica agenda de
futuras negociações não assegura resultados concretos”, afirma o documento,
assinado por mais de mil ambientalistas e representantes de organizações
não-governamentais.
A carta diz ainda que a Rio+20 passará para a
história como uma conferência das Nações Unidas que ofereceu à sociedade mundial
um texto marcado por “graves omissões que comprometem a preservação e a
capacidade de recuperação socioambiental do planeta, bem como a garantia, às
atuais e futuras gerações, de direitos humanos adquiridos.”
O documento termina dizendo que a sociedade civil
não ratifica o texto da Rio+20. “Por tudo isso, registramos nossa profunda
decepção com os chefes de Estado, pois foi sob suas ordens e orientações que
trabalharam os negociadores, e esclarecemos que a sociedade civil não compactua
nem subscreve esse documento”, conclui a carta.
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O que vinha sendo negociado
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Como ficou o texto final
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CBDR – sigla
em inglês para Responsabilidades Comuns Mas Diferenciadas, princípio que
norteia as negociações de desenvolvimento sustentável. O princípio oficializa
que se espera dos países ricos maior empenho financeiro para implementação de
ações, pelo fato de virem degradando o ambiente há mais tempo e de forma mais
intensa.
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Havia rumores de que os países ricos queriam
tirar esse princípio do texto, mas ele permaneceu.
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Fortalecimento do Pnuma – cogitava-se transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio
Ambiente em uma instituição com status de agência da ONU, como é a FAO (de
Alimentação).
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O texto prevê fortalecimento do Pnuma, mas não
especifica exatamente como. O assunto deve ser resolvido na Assembleia Geral
da ONU em setembro.
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Oceanos – Era uma
das áreas em que se esperava mais avanço nas negociações, porque as águas
internacionais carecem de regulamentação entre os países.
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A negociação avançou e o texto adota um novo
instrumento internacional sob a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar
(Unclos), para uso sustentável da biodiversidade e conservação em alto mar.
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Meios de Implementação – questão-chave para os países com menos recursos, significa na
prática o dinheiro para ações de desenvolvimento sustentável. Os países
pobres propuseram a criação de um fundo de US$ 30 bilhões/ano a ser
financiado pelos ricos.
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Avançou pouco. O fundo de US$ 30 bilhões não
virou realidade. “A crise influenciou a Rio+20”, admitiu o embaixador
brasileiro André Corrêa do Lago.
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ODS – Os Objetivos
de Desenvolvimento Sustentável, metas a serem perseguidas pelos países para
avançar ambiental, política e socialmente, eram uma das grandes cartadas para
a Rio+20.
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Os objetivos não foram definidos. Inicia-se
apenas um processo para rascunhar quais devem ser as metas até 2013. Elas
então devem ser definidas para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os
Objetivos do Milênio.
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domingo, 2 de setembro de 2012
Planeta Terra: Lotação Esgotada
No primeiro semestre de 2012, o Fantástico exibiu uma série de reportagens sobre o crescimento demográfico no mundo. Infelizmente, só estão disponíveis no Youtube os dois primeiros episódios. O primeiro trata da questão populacional na China e em Ruanda; o segundo trata da Índia e a produção de alimentos no mundo.
Conurbação
Conurbação é a união física de duas ou mais cidades devido à expansão horizontal da área urbana. Nesta situação é difícil identificar onde começa ou termina uma cidade. Veja a vídeo abaixo.
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